Re-Voltando

Avisei que nossa casa até trupica, mas nunca cai, não avisei? Pois então, cá estamos de volta. A página provisória, esta, será ainda enfeitada e afinada para os propósitos temporários. O temporário, é claro, pode ser para sempre, mas como nada é para sempre, e tudo se eterniza nos enquantos de sua duração, estamos bem. O mais importante é que teremos o arquivo dos textos passados, e seguiremos os novos, as séries, participações e baboseiras da racionalidade irracional.

No entanto, haverá mudanças imediatas, não necessariamente no formato do sítio passado, mas encarnando objetivos diferentes. Antes nos baseávamos nas palavras de um tratado. Nem as palavras foram seguidas, nem o tratado trabalhado. A verdade é que, na megalomania de nossos seres, e nessa era de publicar tudo, muitas vezes sem trabalhar os textos com a necessidade que exigem, eu aqui caí na armadilha, e seguirei caindo. Portanto, chega de meias e más promessas.

A única regra do que possa ser publicado em nossa casa, em nossa Suma, é jamais levá-lo a sério. Ao menos não o suficiente para entender como opinião definitiva qualquer coisa escrita por mim (não falo pelos contribuintes e sócios). Certa então, nem fedendo. Porque, apesar dos textos serem sempre pensados, entendi o quanto não entendo de absolutamente nada o suficiente para sequer ter opiniões definitivas. Aliás, as tenho, o problema é que elas sempre mudam.

O irracional seguirá irracional, e essa sempre foi a graça toda. As opiniões seguirão fortes, e juro que seguirei discordando da maioria de vocês. Para quem minimamente me conhece, isso já não é óbvio?

Blog é coisa de megalomaníaco e ególatra, mesmo. Somos quem somos, essa também sempre foi a graça toda. No entanto, o que o irracional melhor expõe é o quão racionais podemos ser se suspendermos a irracionalidade. Juro que também sempre conversarei com vocês, e assim sempre poderei mudar de opinião. Aqui jamais haverá intolerância de opiniões, mesmo quando houver.

As séries “Noias – De Todos, Para Todos” e o último da trilogia “‘Tropa de Elite’, ainda?” seguem e, além disso, fisgando o gancho do último parágrafo, falaremos um pouco mais sobre a cultura dos Estados Unidos e as eleições presidenciais, com fonte fresquinha (e nada imaginária) da Flórida, no sul do país. Também contaremos, se as palavras forem cumpridas (pisc, pisc), com textos de amigos cada vez mais reais do Suma. Enfim, chega de papinho:

Bem vindos à nova casa!

Abráx,

RF

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