Oba, oba e mais uma vez, a palavra da vez:
1 – O chefinho frenkeliano começou o Suma com a intenção de que seus amigos participassem mais do que ele. Danou-se. Os amigos insistiram que, se ele não participasse, podia tirar a égua da enchurrada. Então ele me disse, “seguinte, Jiló, toma meus textos dessa vez e se vira, mas se eu não conseguir dar conta pra próxima, escreve você e diz que fui eu.” Claro, o salafrário quer se usar dos meus dons literários pra se dar bem com as gatinhas. Fiquem de olho.

2 – Beti Timm, amiga da nossa bancada, resolveu ilustrar os textos do chefinho, além de enviar-nos sua Maria Madalena. Ficou bom à beça.

3 – Casto é a nova palavra da vez. O que vocês, amigas e amigos leitores, entendem por casto? O que casto, quando dito, os faz pensar? Lembrem-se, o Suma é um tratado aberto de livres associações. Compartilhem as suas e, se quiserem saber mais, não deixem de ler As Regras do Jogo.

Nossos textos da vez estão femininos, mas nada a ver com o mês da mulher, que eu sou contra e disse ao frenkeliano que não participaria de um blog que falasse de um dia do ano à mulher. Essa coisa de dia de índio, de negro, da mulher, é coisa de homem solteiro branco, muito chato e sem sentido, deixa isso de lado.

O importante é que temos a lusitana querida Carla Cook “a falaire” de castidade.

Loba, outra velha amiga da blogoesfera, decidiu enviar alguns versos, e publicamos.

Roy Frenkiel enviou um poema de sua série e um texto sobre sua castidade em dias de urubu. Só lendo pra entender.

Curtam e comentem, a casa é vossa.

Até a próxima,
Jiló
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Brincaram de Berço

Jiló

“Berço-cidade de ratos luxuosos.”
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Barbara

Berço macio como cabelo de mamãe em volta dos rolinhos coloridos. Anos 50 e a idéia fixa de que maciez não é cama nem travesseiro com paina. Sob a pele todas as marcas sobre a pele todas as cores. Branca vaga sensação de que de alguma forma existo , sem a paina, sem o branco e sem a luz dos que sabem.
Rolando como os rolinhos mas sem maciez dos cabelos de mamãe.

Pronto _ tá feito.
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Miguel S.G. Chamas

Li a palavra chavee, como nada tinha para expressarsobreo tema, desisti de escrever e fui para o berço dormir.
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Sonia Astraukas

Bem, meu berço esplêndido é Sampa, minha cidade amada.

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